Porquê dar imunidade às farmacêuticas?

Foto de Michal Jarmoluk em Pixabay.      Muitos países dão às empresas farmacêuticas imunidade contra eventuais lesões causadas por vacinas. 

Tal como os EUA, muitos outros países também seguem a política de imunidade jurídica às empresas farmacêuticas contra eventuais lesões causadas por vacinas. Em causa está o facto de oficialmente se considerar que as vacinas salvam muito mais pessoas do que matam. Coincidência ou não, a verdade é que a nível mundial não existe uma contabilização das mortes e outros danos provocados pelas vacinas. Porquê? Essa contabilidade mina o sucesso das vacinas? Os lesados da vacinação são uma minoria, logo não interessam? E se a morte ou lesão grave acontecer na nossa família?

Em Portugal, os contratos com as farmacêuticas, tal como em muitos outros países, são sigilosos. As condições dadas pelo Estado às empresas farmacêuticas são segredo, bem como, o valor que os cofres públicos pagam todos os anos às farmacêuticas para haver vacinas em Portugal.

Uma política gratuita, segundos os governos, incluindo o português, que é paga com o dinheiro de todos os contribuintes. E se algo correr mal, qualquer cidadão tem de provar a relação cientifica e ter dinheiro suficiente para interpor um processo contra o Estado. E se recurso após recurso, o cidadão sair vitorioso, então o Estado paga uma indemnização com o dinheiro dos impostos que são pagos por todos nós.

Estratégia que nem o berço da democracia foi tão longe. Nos EUA, existe imunidade jurídica das farmacêuticas, mas uma parte da receita resultante da venda das vacinas reverte para o pagamento de indemnizações, caso o Estado seja condenado pelo Tribunal das Vacinas. Os últimos dados públicos nos EUA revelam que o Tribunal das Vacinas já obrigou a pagar 3,1 mil milhões de dólares em indemnizações. Parece muito dinheiro, mas a verdade é que esse valor mais do que deve compensar o que as farmacêuticas e outras entidades lucram anualmente com a comercialização das vacinas, embora a indústria nunca comunique números sobre o negócio das vacinas.

Dados da BBC, Forbes, GlobalData e IMS, revelam que a indústria farmacêutica foi, no final de 2014, o negócio mais lucrativo de todos, com a margem de lucro média de 42%. As gigantes Johnson & Johnson, Novartis, Pfiser, Roche, Merck, GsK e Abbvie geraram lucros de 65,2 mil milhões de euros. Desse bolo total desconhece-se, no entanto, qual a parte gerada pelas vacinas.

Foto de Hayleybarcar em Pixabay.      Em Portugal, os contratos com as farmacêuticas, tal como em muitos outros países, são sigilosos. Porquê?

 

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